Avaliação


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Leia com atenção as instruções de preenchimento do Questionário de autoavaliação institucional 2017 e responda as questões com imparcialidade.

Suas respostas são relevantes para a melhoria do ensino de seu curso.

A Fadap/FAP agradece sua contribuição.

AUTO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

O Sistema Nacional de Avaliação dos Estudantes (Sinaes), criado em 2004, estabelece normas de avaliação das instituições de ensino superior, no Brasil, e divide a avaliação institucional em três importantes momentos:

  1. avaliação externa;
  2. autoavaliação; e
  3. Enade.

A Faculdade, anualmente, realiza sua autoavaliação institucional, para diagnosticar os aspectos internos, planejar e realizar a gestão sempre com foco no desenvolvimento acadêmico.

Para realizar o processo de avaliação interno foi criada a Comissão Própria de Avaliação (CPA) que tem a finalidade de conduzir os processos de avaliação internos, sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo INEP.

A autoavaliação Fadap/FAP 2017 inicia-se com o preenchimento do questionário para coleta de dados sobre a Faculdade. O período de coleta vai de 01 Agosto a 30 de setembro.

As informações prestadas no processo de autoavaliação são decisivas para as mudanças e aperfeiçoamentos a serem realizados na Fadap/FAP.

A autoavaliação também abrange um simulado que será aplicado, em agosto, aos alunos de todos os cursos. A prova versa sobre formação geral e específica, na área de formação de cada curso e será composta de questões testes e discursivas. O aluno fará sua autoavaliação, portanto, em duas etapas: questionário e simulado.

Assim organizada, a avaliação assume a forma de participação democrática nas decisões da gestão acadêmica. Cada um pode, com autonomia, expressar suas opiniões, sua visão de ensino superior, sua contribuição com a gestão do ensino.


AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2017 CPA

Durante a Semana do Acolhimento aos Estudantes da Fadap/FAP, realizada no

período de 1º a 4/2/2017, a Comissão Própria de Autoavaliação (CPA) abordou o tema

Autoavaliação e divulgou os resultados obtidos em 2016. Participaram do evento,

realizado, no dia 2 de fevereiro de 2017, estudantes, professores, coordenadores e representantes da CPA.

No cenário da Fadap/FAP, autoavaliação é considerada um processo global, que

analisa internamente as condições de ensino. Esse processo destaca as condições já

existentes na Fadap/FAP e estabelece quais são as necessárias a atingir; os

resultados reais obtidos; sua organização; administração e ações. A finalidade desse

estudo é sistematizar informações para analisá-las e interpretá-las com vistas à

identificação de práticas bem sucedidas, bem como a percepção de omissões e

equívocos, a fim de evitá-los no futuro. Todos os procedimentos de autoavaliação

realizados pela CPA consideram, como parâmetros, a missão institucional e a da

avaliação, apresentadas a seguir:

Missão da IES

Esta IES assume a missão não só de formar e educar cidadãos comprometidos

com valores éticos, sociais, culturais, profissionais, mas também de oferecer ensino,

pesquisa e extensão como mecanismo de desenvolvimento sustentável da Região da 

Alta Paulista.

Missão da Avaliação

Considerada componente do processo educacional, a avaliação adota a missão

de favorecer o autoconhecimento da instituição e a tomada de decisões, melhorar a

qualidade do ensino e constituir a gestão acadêmica. O autoconhecimento permite

identificar acertos e ineficiências, as vantagens, as potencialidades e dificuldades,

produzindo, assim, um processo de reflexão sobre as causas das situações positivas e

negativas, favorecendo a assunção efetiva da gestão político-acadêmico-científica da

FADAP/FAP como um todo.


 Balanço Crítico

O aspecto, em destaque, escolhido para análise crítica é infraestrutura, que se

reporta à dimensão física e sociocultural, por isso está sendo proposta a seguinte

questão, relacionada ao assunto, pois, direta ou indiretamente, ela requer de todos

reflexão e adoção de medidas para garantia da sustentabilidade do meio e conforto

socioambiental.


Quais serão os futuros habitantes do planeta Terra?

Educação socioambiental e ensino superior são assuntos relevantes, atualmente, porque

se relacionam estritamente com o estudante, que é o representante atual das novas gerações e o

principal construtor do futuro. O ensino superior tem por incumbência proporcionar a esse aprendiz

momentos de reflexão sobre o planeta Terra, o Brasil, o Estado de São Paulo e Tupã. Dentre essas

análises, pode-se verificar a qualidade do ambiente em que vivemos, trabalhamos, estudamos. O

tipo de atividades necessárias ao ensino superior, para garantir conforto ambiental, coleguismo,

preparo acadêmico, condições de estudo.

A questão apresentada também envolve a dimensão dos direitos coletivos da humanidade,

que destaca para esta e para as gerações futuras os seguintes: defesa ecológica, paz,

desenvolvimento, autodeterminação dos povos, partilha do patrimônio científico, cultural e

tecnológico. Acrescentam-se também os direitos sem fronteiras, denominados de “solidariedade

interplanetária”. Mediante o exposto, são exemplos de ameaças aos direitos atuais e das futuras

gerações: testes nucleares, devastação florestal, poluição industrial e contaminação de fontes de

água potável. Estão inclusos nesse exemplário o controle exclusivo sobre patentes de remédios e

as ameaças das nações ricas aos povos que migram em fluxos, motivados por questões políticas e

econômicas.


Outro aspecto a considerar é a igualdade, ou seja, o princípio fundador da democracia e

dos direitos humanos. Ressalta-se que igualdade não significa homogeneidade,

consequentemente, o direito à igualdade pressupõe o direito à diferença. Nesse contexto, diferença

é uma relação horizontal, ou seja, homens e mulheres apresentam uma gama significativa de

diferenças biológicas. Da mesma forma, brancos, negros, índios; sadios e portadores de

deficiências, europeus, latinos americanos possuem diferenças. Cristãos, judeus e muçulmanos

também podem ressaltar suas diferenças. A desigualdade, no entanto, só se instala, quando se

pressupõe uma superioridade intrínseca de uns sobre os outros. Isso certamente vai resultar em

discriminação, que é causadora de sofrimentos, dor e exclusão. (apud, Maria Victoria Benevides,

Direitos humanos: Desafios para o século XXI, http://www.dhnet.org.br/educar/index.html Acesso

em 23/2/2017.)

A democracia valoriza, pois, a autonomia, a diversidade e resulta em desenvolvimento,

riqueza cultural, preservação socioambiental, esperança de um mundo melhor. Ao contrário a

desigualdade, é guiada pelo autoritarismo, considera a superioridade de um ou de um grupo sobre

o outro. Consequentemente, a desigualdade produz conflitos, discriminação, guerra, miséria,

extermínio, exclusão.

4. Referências Bibliográficas

BENEVIDES, Maria Victoria. Direitos Humanos: Desafios para o Século XXI,

http://www.dhnet.org.br/educar/index.html Acesso em 23/2/2017.

FACULDADE DA ALTA PAULISTA. Comissão Própria de Autoavaliação. Relatório de

Autoavaliação Institucional. Tupã, SP: Fadap/FAP, 2016. Cópia eletrônica.